falamos demais quando é hora de contemplar o silêncio. Deixamos de dar o
beijo, o abraço ou o aperto de mão que tanto nossa alma pede, porque
algum orgulho bobo ou um preconceito inócuo impede essa aproximação. Não
confessamos amar uma pessoa do mesmo sexo porque “pode pegar mal”. Não
declaramos nosso afeto porque imaginamos que o outro conhece nossos
sentimentos.

Nenhum comentário:
Postar um comentário